SONDA, maior integradora latino-americana e líder em transformação digital na região, acaba de assinar o contrato da Infovia Digital com o governo do Mato Grosso do Sul, iniciativa inovadora que levará conectividade de alta velocidade ao estado e impactará 1,7 milhões de pessoas diretamente, impulsionando o desenvolvimento econômico local e a inclusão social.
Pelo contrato com o Consócio SONDA, no valor de R$ 887 milhões, haverá a concessão da área pelos próximos 30 anos e até 2024 será implantado sete mil quilômetros de rede de fibra ótica, interligando 79 municípios do estado, além de disponibilizar internet de alta velocidade e gratuita em 129 praças públicas - algumas já em 2023.
O acordo também contempla a construção de um Centro de Operações de Rede (COR) em Campo Grande para o videomonitoramento das praças e dos veículos que trafegam em rodovias estaduais e na capital, bem como promoverá a conexão entre as unidades administrativas, como escolas, unidades de saúde e segurança pública.
De acordo com Ricardo Scheffer, CEO da SONDA Brasil, a infraestrutura de dados disponibilizada neste projeto propõe levar ao Estado uma realidade ainda inexistente na região. “Proporcionar internet gratuita é levar a inclusão digital à população por meio de praças com wi-fi livre, por exemplo".
O Estado também terá a possibilidade de promover projetos como a de escolas digitais, no modelo 4.0, assim como adotar a telemedicina. Além disso, a "Infovia Digital pavimentará o acesso para a iniciativa privada aportar investimentos na região, o que acarretará um crescimento estruturado tanto das organizações, como do estado”, finaliza Scheffer.
Solução criada para o SETRANSBEL amplia previsibilidade dos ônibus em circulação, melhora a experiência do usuário e fortalece a gestão operacional do Sindicato com dados em tempo real
O setor de saneamento em todo o mundo vive um cenário de transformação. Pressionado por metas regulatórias mais rigorosas, eventos climáticos extremos, aumento dos custos energéticos e necessidade urgente de reduzir perdas físicas e não faturadas, o modelo tradicional, baseado em manutenção corretiva ou preventiva por calendário, já não é suficiente para sustentar as demandas de eficiência, confiabilidade e conformidade ambiental desse mercado.
A digitalização das utilities redefiniu a forma como infraestruturas críticas são operadas e gerenciadas. Redes elétricas inteligentes, sistemas automatizados de abastecimento de água e redes de distribuição de gás altamente monitoradas se tornaram elementos centrais para se obter eficiência operacional. A convergência entre IT (Tecnologia da Informação) e OT (Tecnologia Operacional) cria uma nova realidade que une, consequentemente, segurança operacional e segurança cibernética.
