O uso de dados é uma das grandes dores do varejo atualmente. Para lidar com esse desafio, alguns profissionais já recorrem a ferramentas de Inteligência Artificial (IA): 41% afirmam que elas auxiliam na análise de dados, segundo levantamento da KPMG.
No entanto, essa demanda exige muito mais do que apenas IA para ser solucionada: precisa de estratégia e planejamento. “Essa transformação é gradual e, não significa que você deve deixar de operar bem naquilo em que já se destaca, porque toda marca e toda loja precisam manter a conexão com o público atual ao mesmo tempo em que atendem às novas necessidades de consumo”, afirma Luís Ramos, diretor da Vertical de Retail e Comércio da SONDA no Brasil.
Presente em 13 países, com mais de 5 mil clientes e 650 mil usuários, a SONDA tem soluções visando guiar grandes e médias empresas a utilizar dados de forma estratégica na transformação de seus negócios e na adaptação à nova jornada de compra dos consumidores.
Uma das apostas da SONDA é o uso de dados associado ao autosserviço. Em um projeto recente, a companhia implantou mais de uma centena de máquinas de venda autônoma, garantindo conveniência ao consumidor ao mesmo tempo em que fornece dados estratégicos para a gestão do negócio. “Em vez de se deslocarem até a loja física, os clientes têm a possibilidade de adquirir chocolates e trufas em máquinas de autosserviço disponíveis 24 horas por dia, sete dias por semana, e através da solução da SONDA a empresa tem dados sobre o perfil de compra que permite ajustar a oferta para o público que circula em cada local, planejar reposição e traçar padrões”, explica Ramos.
Retail Media em expansão
Outra frente importante de atuação da SONDA envolve retail media, mercado que deve movimentar US$ 175 bilhões até 2028, segundo projeção do IAB Brasil. Por meio de uma equipe de especialistas em Digital Signage e parceiros de media estratégicos, a SONDA traz uma abordagem consultiva para o tema, partindo do objetivo de cada varejista, seu público-alvo e quais as marcas que ele pretende comunicar, para definir o melhor modelo. Em retail media a empresa oferece desde o projeto e instalação até o aluguel dos equipamentos, além de uma plataforma de gestão integrada aos sistemas da loja e video analytics que permitem ao varejista medir o impacto de suas campanhas através de dashboards.
Segundo Ramos, a proposta vai além da oferta de tecnologia. “Com uma abordagem consultiva e dos experts em comunicação, maximizamos o retorno para o marketing. A tecnologia, como painéis de LED e monitores, faz parte da solução, mas não é a protagonista. O que guia o processo é a estratégia de negócio, e entregamos uma camada de gestão que permite ao varejista validar se aquela mídia realmente gera os resultados esperados”, conclui.
Ecossistema de soluções
Com um ecossistema voltado à inovação, a SONDA se posiciona como uma das maiores integradoras de tecnologia da América Latina, somando um portfólio completo para acelerar a transformação digital de empresas em diferentes setores.
Entre as áreas que compõem esse leque estão iniciativas de negócios digitais, inteligência de dados e IA, nuvem, cibersegurança, workplace e serviços gerenciados, sempre conectadas por uma arquitetura digital integrada e escalável.
A SONDA possui um dos portfólios mais amplos entre os grandes integradores de tecnologia, e sua estrutura voltada ao setor de Retail abrange Distribution Center, Retail Store e Tech Operations, garantindo eficiência, conectividade e inovação em toda a cadeia de valor.
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Pressão por compliance, ESG e gestão de riscos leva empresas a substituir a homologação pontual pelo monitoramento contínuo da cadeia de fornecedores. SONDA está entre as organizações reconhecidas pela maturidade nessa prática
Quando um sistema crítico falha, o que os usuários percebem não é um erro de programação, mas uma promessa quebrada. Em uma era de profunda integração digital, a cibersegurança deixou de ser apenas uma questão tecnológica e passou a ser o pilar que sustenta as operações diárias. Para uma instituição pública, um banco ou um operador logístico, um incidente não representa apenas uma violação de segurança; é uma fila que não avança, um processo crítico que paralisa ou um serviço essencial indisponível justamente quando ele é mais necessário, impactando diretamente a continuidade operacional, os riscos e a reputação da organização.
