São Paulo, julio 2022. Em um cenário bancário em que 86% das instituições financeiras aceleraram as suas iniciativas de digitalização durante a pandemia – de acordo com o estudo Latam & Caribbean sobre Digital Banking apresentado pela Infocorp – SONDA, líder em transformação digital junto com a Finastra, fornecedora global de software financeiro, firmou um acordo para acelerar a transformação e digitalização dos mercados financeiros para quatro países da América Latina: Brasil, Chile, Colômbia e México.
Essa aliança permitirá oferecer soluções para operações em contas correntes, poupança, cheques e empréstimos por meio da solução core de varejo Fusion Essence e tesouraria, fluxo de caixa, cash management e liquidez para grandes corporações através do Fusion Cash Management, ambas soluções Finastra. Tudo isto se soma ao extenso portfólio de soluções e infraestrutura da SONDA para o setor financeiro denominado Full Financial, respondendo às necessidades e regulamentações locais com uma oferta abrangente.
Patricio Fuentes, VP Corporativo de Full Financial da SONDA, destaca que “a aliança com a Finastra visa principalmente apoiar o desenvolvimento de soluções de banco digital que permitam às instituições financeiras operar com máxima agilidade, eficiência e redução de custos. Todos os requisitos fundamentais face às mudanças num setor cada vez mais digital”.
Edward Sweigart, vice-presidente de Ecossistema de Parceiros da Finastra, mencionou que:
"Estamos entusiasmados em trabalhar com a SONDA para continuar a expandir nossa presença na América Latina e fornecer soluções vitais de Banco de Varejo e Cash Management para instituições financeiras na região. Nossas soluções líderes, combinadas com a experiência local e profundo conhecimento de mercado da SONDA, fazem dela um parceiro estratégico para nós."
Solução criada para o SETRANSBEL amplia previsibilidade dos ônibus em circulação, melhora a experiência do usuário e fortalece a gestão operacional do Sindicato com dados em tempo real
O setor de saneamento em todo o mundo vive um cenário de transformação. Pressionado por metas regulatórias mais rigorosas, eventos climáticos extremos, aumento dos custos energéticos e necessidade urgente de reduzir perdas físicas e não faturadas, o modelo tradicional, baseado em manutenção corretiva ou preventiva por calendário, já não é suficiente para sustentar as demandas de eficiência, confiabilidade e conformidade ambiental desse mercado.
A digitalização das utilities redefiniu a forma como infraestruturas críticas são operadas e gerenciadas. Redes elétricas inteligentes, sistemas automatizados de abastecimento de água e redes de distribuição de gás altamente monitoradas se tornaram elementos centrais para se obter eficiência operacional. A convergência entre IT (Tecnologia da Informação) e OT (Tecnologia Operacional) cria uma nova realidade que une, consequentemente, segurança operacional e segurança cibernética.
