Banco Hipotecário do Uruguai se moderniza e reduz risco creditício com Sistema Integral de Gestão Bancária da SONDA

Cliente: Banco Hipotecario de Uruguay (BHU) Indústria: Financeiro Solução: Banca e Finanças e Projetos de Integração

Resumo

O desafio de Banco Hipotecário do Uruguai, principal instituição financeira que outorga créditos hipotecários no país, não era menor: devia passar do papel e aplicações obsoletas a contar com um sistema atualizado que lhe permita melhorar a informação de seus clientes, reduzir o risco de sua carteira e melhorar sua própria gestão.

Para isto, logo depois de avaliar distintas propostas, decidiu-se pela solução da SONDA, Sistema Integral de Gestão Bancária, que lhe permitiu ficar em sintonia com os novos tempos para continuar com o importante trabalho que cumpre para dar acesso a moradias a uma grande parte da população no Uruguai.

Perfil Cliente

O BHU é uma tradicional instituição estatal criada no ano 1892 e cuja missão é a de facilitar o acesso à moradia às famílias uruguaias, através de operações de crédito, ocupando o 90% do market share dentro do país. Dentro da sociedade, é vista com muito afeto e alta estima já que por gerações e dentro das classes média e baixa, permitiu a milhares de cidadãos terem sua casa própria.

A Missão do Banco Hipotecário do Uruguai é facilitar o acesso à moradia às famílias uruguaias, através de operações de crédito realizadas com um eficaz manejo dos riscos, em condições operativas adequadas a um mercado de financiamento em competência, preservando seu patrimônio.

www.bhu.com.uy

Necessidade de negócio

Modernização de sistemas para operar em novo cenário legal, diminuir risco creditício e melhorar eficiência e atenção a clientes

O BHU é uma instituição financeira cuja missão é a de facilitar o acesso à moradia às famílias uruguaias, através de operações de crédito, ocupando o 90% do market share dentro do país. Dentro da sociedade, é vista com muito afeto e alta estima já que por gerações e dentro das classes média e baixa, permitiu a milhares de cidadãos terem acesso à casa própria.

A forma em que o banco administrava os dados de seus clientes estava apoiada em dois importantes suportes, por um lado um Mainframe IBM com um software obsoleto de várias décadas atrás, no qual se registravam dados básicos e, pelo outro, um registro sustentado unicamente em papel.

Com o passo dos anos, esse cenário informático, suficiente em seu início, não lhe permitiu à instituição cumprimentar o mínimo de informação requerida pelas autoridades de controle, situação que se tornou crítica quando, por esse motivo, o banco virtualmente teve que deixar de dar créditos.

É por esse motivo que nos primeiros anos dessa década se faz evidente a obsolescência do sistema informático e se decide chamar licitação internacional para a implementação de uma nova solução. Logo depois de quase um ano no que o banco estudou cuidadosamente as ofertas, no ano 2005 se decide pela SONDA como fornecedor da solução e implementação de um novo sistema, o qual se conheceria como SIGB, Sistema Integral de Gestão Bancária, e que lhe permitiria ao BHU cumprimentar com a precatória legal e finalmente voltar a recuperar o prestígio e a estima com a que contou no passado por tantas décadas para a sociedade uruguaia.

 

Solução

Depois de um exigente projeto de implementação cumprimentado integralmente pela SONDA, nos dia 5 de maio de 2008, produz-se o “Big Bang”, eufemismo utilizado para descrever o dia em que se apagou o velho sistema para dar passo à nova solução com a que a partir desse preciso dia o banco começaria a atender ao público.

Mas remontando ao começo da origem da solução, é importante compreender que esse projeto, não somente implicou uma mudança radical e completa no core do sistema bancário utilizado, mas também foi preciso digitalizar manualmente mais de 150 mil pastas de crédito hipotecário, cada uma das quais continha informação dos devedores, do crédito e do imóvel, entre outras, tarefa para a qual se empregaram aproximadamente 100 pessoas para ingresso de dados e toda a logística de controle necessário quando se trabalha com tão delicada e crítica informação, ao ponto tal que trabalharam a triplo turno durante aproximadamente 2 anos nos que o Banco continuou trabalhando normalmente.

A isto, foi preciso lhe somar equipes especializadas em Gestão da Mudança, Infraestrutura Informática, Capacitação e Documentação, Desenvolvimento de Software, Qualidade de Dados e outros, que coordenaram esforços que concluíram com a saída em produção do novo sistema.

Durante todo esse período, foi necessário desenvolver um sistema ad hoc em paralelo com o objetivo de reunir em forma sincrônica a informação ingressada em emano por parte dos operários, com aquela que se capturava do antigo sistema Mainframe e que também devia contemplar a nova informação que se estava produzindo durante o presente, devido a que o banco nunca deteve suas operações, já que os créditos, entre outras operações, continuavam-se pagando.

 

Resultados

Ficar ao dia com a maneira em que se fazem negócios na era atual.

Os benefícios obtidos são inúmeros, começando por compreender que a entidade contava com múltiplos sistemas contáveis, cujo pessoal devia integrar manualmente. Contando com parte da informação em papel e outra disponível no Mainframe, obviamente havia formulários Excel soltos, base de dados no Access ou DBase, agora tem toda essa informação, mas de forma integrada e centralizada.

Do ponto de vista do negócio, o banco contava com escassa informação do cliente. Apesar de que era possível conhecer o vencimento mensal em curso, não era possível realizar a respeito a meses anteriores; de fato, conhecia-se o saldo, mas não era possível conhecer o momento em que as cotas anteriores se pagaram e a partir da implementação do SIGB, a instituição passo a ter um histórico.

Mas também os benefícios se experimentaram em relação à incorporação de novos conceitos, por exemplo, o de cliente, já que anteriormente tudo o que existia eram créditos e imóveis. “Se esse crédito não se pagava em um determinado tempo, ou se entrava em morosidade, começavam-se as atuações de execução contra esse imóvel, mas ao cliente não o conhecia” comenta Solórzano e adiciona “de fato não o conhecia nem a ele, nem a seu comportamento, nem sequer se podia conhecer seu nome a menos que se recorresse à pasta física desse crédito; o que se obteve com o sistema, é a integração de toda a informação e dessa maneira fazer um seguimento de cada cliente, acautelar incobráveis avaliando morosidade mais cedo, conhecer os descalce correspondentes em relação à garantia etc, e com isso organizar campanhas próprias de recuperação orientadas de acordo a parâmetros ou conveniências próprias do banco”.

Os distintos departamentos do BHU, como os que atendem aos clientes em primeira instância, ou os que loteiam as propriedades, podem agora contar com informação integrada e dessa maneira administrar e ver um mesmo conjunto de informação.

Graças à nova solução, o BHU pôde implementar um novo sistema de scoring e dessa maneira e realizar uma melhor seleção respeito ao sujeito que toma o crédito. Anteriormente, os créditos se outorgavam unicamente em apoie a simples percepção do cliente, mas sem uma análise real do perfil, o que sim ocorre hoje em dia, e que permite minimizar os índices de risco da carteira creditícia.

Adicionalmente, com a nova solução, o Banco conseguiu realizar novos negócios através da geração de, até o momento, 6 fideicomissos (existem projetos de vários mais para o ano em curso) integrados por créditos de baixa qualificação ou com alta morosidade, cedendo-se sua administração a outra instituição e dessa maneira o BHU pôde cobrar o valor de venda dessa carteira, para poder fazer um fideicomisso, é chave contar com muita informação e constatada perante tabelião.

“Fez-se um enorme esforço para que a mesma pudesse estar dentro do sistema novo e, além disso, implicou uma migração para uma nova e separada carteira para poder transferi-la à nova instituição que teria que administrá-la. Estas partições da carteira, seis em total, só foram possíveis porque tínhamos esse novo sistema” demarca Solórzano. Em definitiva, e graças a poder contar com tão detalhada informação, estas operações lhe permitiram ao banco capitalizar-se em mais de 250 milhões de dólares.

Beneficios

  • Permite cumprir com todas as normas requeridas pela instituição de controle estatal e com isso voltar a dar créditos à população.
  • Propicia novos negócios.
  • Reduz do risco creditício.
  • Solução integrada que permite compartilhar a mesma informação ao pessoal que opera no banco.
  • Implementação de novo sistema de scoring.

 

Testimunhas

“A antiguidade do Mainframe era tal, que os dados que se guardavam ali eram um subconjunto de informação muito básica para o que uma instituição como o Banco Hipotecário requer e, que por certo, hoje, a tecnologia informática pode prover. O sistema só contava com o código de identificação do crédito e pouco mais, o resto de informação, os dados dos titulares da conta, os do imóvel, garantia, o crédito etc, todo isso estava suportado em papel.

Trabalhou-se sob muita pressão, a um ritmo frenético e contra relógio para obter que uma instituição bancária das mais importantes do país, com mais de 30 sucursais e mil funcionários, obtivesse na manhã de 5 de maio de 2008 apagar um antigo Mainframe e sair em produção com um moderno sistema informático”.

José Zeballos, Coordenador de Aplicações e Chefe de Projeto do BHU-SIGB

“Agora temos o conhecimento de como foi o processo de amortização de cada crédito outorgado. Com o antigo sistema era impossível ter essa informação.

Com a solução da SONDA temos informação precisa que nos permite tomar melhores decisões apoiadas nos melhores itens, lucros ou composição familiar, de maneira que podemos realizar empréstimos com melhores condições a respeito do pagamento das quotas e com isto diminuir muito os riscos”.

Gustavo Solórzano, gerente da divisão informática do BHU