Melhorar a experiência de quem utiliza o transporte público nas grandes cidades brasileiras, reduzindo superlotação, incerteza nos horários e falta de conforto, é um desafio urgente. De acordo com pesquisa da CNI, a nota média de conforto nos ônibus urbanos do país é apenas 3,3 (em uma escala de 0 a 10), refletindo a insatisfação da população.
É nesse contexto que a SONDA do Brasil traz ao setor sua trajetória de inovação. Com projetos avançados na Cidade do México, como o Centro de Controle Integrado do Metrobus e infraestrutura de recarga elétrica inteligente, a companhia aplica agora as melhores práticas em centros urbanos brasileiros para modernizar o transporte coletivo.
A carteira de soluções da SONDA para mobilidade urbana no Brasil inclui: bilhetagem eletrônica, telemetria com gestão de frota, aplicativos de informação ao passageiro, painéis digitais, Wi-Fi embarcado e sistemas avançados de monitoramento com sensores e análise automatizada. Essas tecnologias entregam eficiência, redução de custos operacionais, melhores métricas de desempenho e foco no usuário.
Para a SONDA, tecnologia deve estar sempre alinhada à gestão e à operação. A construção de uma mobilidade urbana mais eficiente e centrada nas necessidades do passageiro é resultado da integração entre inovação contínua, planejamento estratégico e foco no usuário. Esse é o modelo que estamos levando a cidades como Manaus, Fortaleza e São Luís, com o objetivo de elevar os padrões de mobilidade no Brasil.
Atualização do Novo Processo de Importação exige adequações em sistemas e operações de empresas importadoras num prazo de 25 dias. Integradora prevê upgrade da sua solução CE Plus antes da entrada das novas regras em produção
Pressão por compliance, ESG e gestão de riscos leva empresas a substituir a homologação pontual pelo monitoramento contínuo da cadeia de fornecedores. SONDA está entre as organizações reconhecidas pela maturidade nessa prática
Quando um sistema crítico falha, o que os usuários percebem não é um erro de programação, mas uma promessa quebrada. Em uma era de profunda integração digital, a cibersegurança deixou de ser apenas uma questão tecnológica e passou a ser o pilar que sustenta as operações diárias. Para uma instituição pública, um banco ou um operador logístico, um incidente não representa apenas uma violação de segurança; é uma fila que não avança, um processo crítico que paralisa ou um serviço essencial indisponível justamente quando ele é mais necessário, impactando diretamente a continuidade operacional, os riscos e a reputação da organização.
