A SONDA e o DUOC UC apresentaram recentemente o estudo "Empregabilidade de Mulheres em Informática e Telecomunicações", que aprofunda as expectativas, interesses e desafios enfrentados pelas mulheres nesta área, desde a fase estudantil até sua inserção no mercado de trabalho.
Os detalhes do estudo foram divulgados na quinta-feira, 21 de março, em um painel de conversa que explorou possíveis estratégias para promover a participação e o sucesso das mulheres na indústria, com a perspectiva de painelistas mulheres com diferentes experiências no setor.
O estudo é desenvolvido em um contexto onde a presença masculina prevalece na indústria de tecnologia, trazendo informações sobre a realidade das mulheres, as barreiras existentes e as oportunidades de melhoria.
Para isso, foram realizadas entrevistas com estudantes e colaboradoras da SONDA, o que permitiu uma compreensão mais profunda de suas experiências individuais. Além disso, foi feita uma análise abrangente que combinou dados de diversas fontes, como o Servicio de Información de Educación Superior (SIES), Duoc UC e SONDA, juntamente com uma revisão da literatura especializada.
Esta iniciativa faz parte do nosso programa SONDA Mulheres e reafirma o compromisso de ambas as instituições em fortalecer a participação das mulheres no setor de TI. Assim, contribui para compreender melhor as perspectivas e interesses das mulheres, oferecendo recomendações para reduzir a desigualdade de gênero na indústria.
Confira o estudo AQUI.
Nova fase vai testar a apuração das Notas Fiscais de Serviço eletrônicas (NFS-e), emitidas por empresas prestadoras de serviços. Fazem parte da lista TOTVS, SAP, IBM, Positivo, Oracle, Intelbras, Senior Sistemas, Sonda, entre outras.
Rodolfo Ramponi, especialista em cibersegurança da SONDA do Brasil, analisa os desafios do varejo omnichannel.
O varejo físico sempre carregou uma desvantagem estrutural quando o tema é mídia e audiência. Enquanto o ambiente digital evoluiu sustentado por métricas precisas e rastreáveis, o ponto de venda, em função da sua estrutura, fica restrito a estimativas e percepções. Faltam dados concretos sobre quem foi impactado, em que momento e com qual nível de engajamento, criando um verdadeiro apagão analítico que limita a mensuração de ROI (Return on Investment) e afasta investimentos publicitários mais sofisticados.
