Notícia

SONDA implementa, no Tribunal de Contas do Ceará, solução que permitirá a identificação de fraudes

SONDA implementa, no Tribunal de Contas do Ceará, solução que permitirá a identificação de fraudes

Multinacional de tecnologia venceu licitação de serviço que auxilia no monitoramento de irregularidades na Administração Pública

A SONDA irá auxiliar o Tribunal de Contas do Estado do Ceará a identificar práticas ilegais em órgãos públicos. A empresa venceu a licitação do estado para atualizar uma solução tecnológica que monitora, entre outras atividades, os profissionais que acumulam cargos incompatíveis, licitações fraudulentas ou pagamentos indevidos.

Dessa forma, o Tribunal espera ampliar o monitoramento intensivo dos gastos públicos que iniciou há alguns anos e que vem ajudando a coibir práticas ilegais nos 184 municípios que compõem o Ceará.

A parceria entrou em vigor em abril, quando a SONDA implantou no órgão uma solução que permitirá o tratamento e a análise de dados, voltada à identificação de fraudes e irregularidades no âmbito da administração pública. A ferramenta é capaz de encontrar eventuais anomalias por meio da base de dados do próprio governo e das prefeituras do estado, além de extraí-los depurá-los para encontrar inconformidades.

“A solução utiliza uma série de tecnologias, como Big Data, Analytics e Machine Learning (aprendizado de máquina), para compor ‘regras de negócios’ e enviar alertas quando comportamentos fora do padrão, definidos pelo próprio Tribunal, ocorrerem”, explica Alexandre Repinaldo, diretor de Negócios Norte & Nordeste da SONDA.

A interface da ferramenta permite a visualização do status e do histórico de atividades encerradas dentro do fluxo, governança, auditoria e conformidade de todas as ações realizadas dentro do sistema. Ela também possibilita o controle de acesso aos alertas para evitar acesso mútuo em um mesmo aviso por analistas distintos, entre outros benefícios.

No ranking da Transparência Internacional, que mede o grau de corrupção nos países, o Brasil caiu da 96º para a 107º posição em 2018, incluindo fraudes tanto na esfera pública como privada. “A ideia é que o modelo possa ser replicado para outros órgãos públicos, como Secretarias de Governo, Ministérios Públicos (ou Procuradorias Gerais dos Estados), Tribunais de Justiça e outros Tribunais de Contas. Queremos auxiliá-los para que a gestão dos recursos públicos seja feita de forma mais segura e transparente”, destaca Repinaldo.

Entre em contato conosco
Selecione um país
Company
Name
E-mail
Serviço de interesse
Message