Empresas de Tecnologia como TOTVS, SAP, IBM, Positivo, Oracle, Intelbras, Senior Sistemas, SONDA, entre outras, foram incorporadas na segunda fase do piloto do sistema da reforma tributária. A lista foi divulgada pelo Comitê Gestor do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e conta com 90 empresas habilitadas.
Em desenvolvimento e fase de testes, a plataforma será utilizada pelo Comitê Gestor do IBS (CGIBS) para automatizar o cálculo dos créditos e dos valores do imposto devidos pelos contribuintes. O sistema está sendo desenvolvido pela Receita Estadual do Rio Grande do Sul e pela Procergs, em parceria com representantes de estados e municípios de todo o país.
A nova fase passará a testar a apuração das Notas Fiscais de Serviço eletrônicas (NFS-e), emitidas por empresas prestadoras de serviços. Inicialmente, serão incluídas empresas desenvolvedoras de software e soluções de gestão, como as provedoras de sistemas utilizados na emissão de DF-e – as cartas-convite estão sendo enviadas às convidadas. À medida em que os testes avançarem, será publicada uma lista complementar, incluindo mais empresas.
A nova lista também incluiu mais empresas na continuidade dos testes da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), modelo 55, iniciados em janeiro deste ano. A NF-e é o documento fiscal emitido nas operações realizadas entre empresas (B2B). A expectativa é que, quando o IBS estiver plenamente implementado, o sistema processe cerca de 70 bilhões de transações fiscais por ano em todo o país.
Nova fase vai testar a apuração das Notas Fiscais de Serviço eletrônicas (NFS-e), emitidas por empresas prestadoras de serviços. Fazem parte da lista TOTVS, SAP, IBM, Positivo, Oracle, Intelbras, Senior Sistemas, Sonda, entre outras.
Rodolfo Ramponi, especialista em cibersegurança da SONDA do Brasil, analisa os desafios do varejo omnichannel.
O varejo físico sempre carregou uma desvantagem estrutural quando o tema é mídia e audiência. Enquanto o ambiente digital evoluiu sustentado por métricas precisas e rastreáveis, o ponto de venda, em função da sua estrutura, fica restrito a estimativas e percepções. Faltam dados concretos sobre quem foi impactado, em que momento e com qual nível de engajamento, criando um verdadeiro apagão analítico que limita a mensuração de ROI (Return on Investment) e afasta investimentos publicitários mais sofisticados.
