Na SONDA mantemos o compromisso de acompanhar jovens mulheres que buscam se inserir no caminho da tecnologia. Por isso, desde impulsionamos junto ao nosso parceiro estratégico, a Generation, um programa de voluntariado focado em oferecer mentoria e apoio a quem se encontra em situação de vulnerabilidade e está dando seus primeiros passos no mundo de TI.
Em sua primeira edição, conseguimos impactar mulheres no Brasil e no Chile; e graças aos bons resultados, a iniciativa se expandiu e hoje também está presente no México, Colômbia, Estados Unidos e Peru.
Em 2025 demos início a uma nova versão do programa de mentorias, com mais de 40 mentoras voluntárias da SONDA na região. Todas elas assumiram o desafio com entusiasmo, dispostas a oferecer apoio autêntico, compartilhar sua experiência profissional e acompanhar suas mentoradas de forma próxima e empática. Seu trabalho busca abrir oportunidades reais, transmitindo motivação, segurança e ferramentas concretas que fortaleçam o futuro das jovens no campo da tecnologia.
Em que consiste o programa?
É um programa de voluntariado de dois meses, no qual nossas colaboradoras se inscrevem para acompanhar jovens egressas do Generation. Antes de começar, recebem uma capacitação conjunta realizada pela SONDA e pela Generation que as prepara para compartilhar seus conhecimentos, experiências e orientações, seja de forma virtual ou presencial.
Cada encontro entre mentora e mentee busca fortalecer habilidades e competências-chave que facilitem a inserção profissional dessas jovens, aumentando suas chances de sucesso em entrevistas e apoiando seus primeiros passos como profissionais de TI.
Nosso compromisso
Nova fase vai testar a apuração das Notas Fiscais de Serviço eletrônicas (NFS-e), emitidas por empresas prestadoras de serviços. Fazem parte da lista TOTVS, SAP, IBM, Positivo, Oracle, Intelbras, Senior Sistemas, Sonda, entre outras.
Rodolfo Ramponi, especialista em cibersegurança da SONDA do Brasil, analisa os desafios do varejo omnichannel.
O varejo físico sempre carregou uma desvantagem estrutural quando o tema é mídia e audiência. Enquanto o ambiente digital evoluiu sustentado por métricas precisas e rastreáveis, o ponto de venda, em função da sua estrutura, fica restrito a estimativas e percepções. Faltam dados concretos sobre quem foi impactado, em que momento e com qual nível de engajamento, criando um verdadeiro apagão analítico que limita a mensuração de ROI (Return on Investment) e afasta investimentos publicitários mais sofisticados.
