A SONDA do Brasil, líder regional em Transformação Digital, está entre as empresas habilitadas para participar da segunda fase do projeto piloto da Reforma Tributária, que envolve o teste do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) em ambiente controlado desenvolvido pela Receita Estadual do Rio Grande do Sul - selecionado pelo edital nacional do Comitê Gestor do IBS (CGIBS), e pela Procergs (Companhia de Processamento de Dados do Estado do Rio Grande do Sul), em parceria com estados e municípios de todo o país.
O projeto piloto tem como objetivo validar as soluções tecnológicas necessárias à implementação do IBS, promovendo testes, ajustes e aperfeiçoamentos no modelo de apuração assistida, sob acompanhamento do CGIBS.
Nesta nova etapa, serão realizados testes relacionados à apuração das Notas Fiscais de Serviço eletrônicas (NFS-e), que representa um avanço importante para validar a integração entre os diferentes sistemas utilizados pelas organizações e na consolidação do novo modelo tributário.
“Estamos diante de uma transformação que impactará praticamente todas as empresas brasileiras. O sucesso da Reforma não depende apenas das regras tributárias, mas também da capacidade dos sistemas de processar corretamente bilhões de informações de forma integrada e segura. Participar dessa fase permite contribuir para que essa transição ocorra de maneira mais estruturada e com menos riscos para o mercado”, explica o gerente de produtos fiscais na SONDA, Leandro Risseto.
Além da adequação tecnológica, a transição exigirá mudanças significativas nos processos fiscais, financeiros e operacionais das empresas. Sistemas de gestão, ERPs, plataformas de faturamento e soluções de emissão de documentos fiscais precisarão estar preparados para atender às novas exigências do modelo tributário.
O trabalho da SONDA para atender às novas demandas da Reforma Tributária envolve um comitê multidisciplinar com mais de 200 especialistas das áreas de Pesquisa e Desenvolvimento de Produto, negócios, tributário e desenvolvimento para compreender e adaptar em suas soluções fiscais as novas necessidades dos setores com a Reforma, assim como um investimento de mais de R$ 5 milhões em P&D para adaptar suas soluções fiscais e de comércio exterior.
A participação de empresas de tecnologia nos testes ajuda a antecipar desafios que poderão surgir durante a implementação do novo sistema, permitindo ajustes antes da entrada em operação definitiva. Isso tende a reduzir riscos relacionados a inconsistências fiscais, retrabalho, dificuldades de integração e impactos na rotina das áreas financeiras e tributárias das organizações.
Os benefícios dessa preparação não se restringem ao ambiente corporativo. Uma infraestrutura tecnológica mais robusta e integrada contribui para aumentar a transparência tributária, melhorar a qualidade das informações utilizadas pelos entes públicos e simplificar processos que hoje demandam grande esforço operacional de empresas e profissionais da área fiscal.
“A Reforma Tributária é frequentemente discutida sob a perspectiva econômica e jurídica, mas existe uma camada tecnológica fundamental para que tudo funcione na prática. Os testes realizados agora ajudarão a construir uma base mais sólida para a implementação do novo modelo, trazendo mais previsibilidade para empresas e contribuintes”, finaliza Risseto.
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Durante anos, os bancos investiram bilhões para digitalizar suas operações. Aplicativos substituíram agências, processos migraram para o ambiente online e novos canais ampliaram o acesso aos serviços financeiros. Essa transformação trouxe ganhos importantes de eficiência, mas também tornou mais fácil para o cliente trocar de instituição, já que uma pessoa pode concentrar investimentos em um banco, utilizar o cartão de crédito de outro, contratar crédito em uma fintech e realizar pagamentos por diferentes plataformas.
La inteligencia artificial está transformando la forma en que las organizaciones operan, innovan y toman decisiones. Sin embargo, su adopción también plantea desafíos relacionados con seguridad, gobernanza y cumplimiento. El verdadero reto no es implementar IA, sino hacerlo de manera responsable y sostenible.
