por Eduardo Costa*

Essa flexibilidade no setor de TI é a grande responsável por fazer o modelo funcionar e garantir que os negócios evoluam. Além disso, a chegada do 5G também abre portas para novas tecnologias e serviços, especialmente para o contexto dos Serviços de Acesso Seguro de Borda (SASE), que, segundo o Gartner, crescerão 39% em 2023. Algumas das tendências que compõem a SASE já estão presentes no dia a dia das empresas, conforme mencionado abaixo. Por isso, é hora de reavaliá-las e sair na frente.
Cibersegurança: com o avanço da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais) e do Marco Civil, a temática está se transformando em um grande pilar de negócio, principalmente com as empresas solicitando avaliações de níveis de segurança antes de avançarem com um fornecedor.
Além disso, o Brasil registra em média de 1,5 mil incidentes cibernéticos por semana, segundo a Check Point Research. Desta forma, é importante investir em tecnologias robustas de Segurança da Informação e buscar parceiros estratégicos e experientes para identificar vulnerabilidades e fraquezas na infraestrutura de TI, o que evitará os temidos. ciberataques.
IOT e Hiperautomação: o potencial da IoT (Internet das Coisas) é enorme e certamente será incorporada aos vários processos industriais e à Inteligência Artificial e ao Machine Learning para permitir uma hiperautomação, cujas máquinas processem informações e tomem decisões sem a necessidade de intervenção humana.
Data Center: os serviços em nuvem seguem como principal tendência em 2023 e, associados à mudança de visão do Outsourcing de Infraestrutura e Operações sobre como comprar, implementar e gerenciar soluções de tecnologia, as empresas passarão a obter melhores resultados de negócios. Além disso, nos próximos 12 a 18 meses, pelo menos 40% das cargas de trabalho corporativas deverão ser implantadas em serviços de infraestrutura e plataforma.
Como vimos, o ano de 2023 promete ser intenso em transformações tecnológicas, mas é preciso atenção às inovações e às tendências de TI, pois este é o primeiro passo para garantir que a empresa esteja à frente. Em um mercado altamente competitivo, a sobrevivência depende de decisões estratégicas e da vontade de entregar sempre o melhor para o cliente. E sua empresa, está pronta para incorporar essas tecnologias e metodologias no cotidiano de negócios?
* Eduardo Costa é CIO da SONDA, líder regional em serviços de Transformação Digital.
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Quando um sistema crítico falha, o que os usuários percebem não é um erro de programação, mas uma promessa quebrada. Em uma era de profunda integração digital, a cibersegurança deixou de ser apenas uma questão tecnológica e passou a ser o pilar que sustenta as operações diárias. Para uma instituição pública, um banco ou um operador logístico, um incidente não representa apenas uma violação de segurança; é uma fila que não avança, um processo crítico que paralisa ou um serviço essencial indisponível justamente quando ele é mais necessário, impactando diretamente a continuidade operacional, os riscos e a reputação da organização.
