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Não é uma novidade que a pandemia da Covid-19 transformou, de forma definitiva, a relação das empresas e pessoas. Neste cenário, a consolidação da Transformação Digital, que até então era uma tendência pensada como um projeto futuro, foi imediatamente requisitada para que as organizações pudessem se comunicar, produzir e comercializar seus produtos e serviços num formato digital. 

A pandemia imprimiu uma complexidade tecnológica inexistente em épocas anteriores. E os avanços e mudanças em termos de digitalização, modernização e inovação devem continuar, sobretudo porque, segundo o IDC Latin América Investment Trends 2022, as Top 5 prioridades de negócios que vem se destacando nos últimos anos e que incluem o aumento da produtividade, a melhora na aquisição e retenção de clientes, a customer experience, a introdução de produtos e serviços novos ou aprimorados e a redução de custos, têm refletido exatamente nesses aspectos.

Ocorre que, para atender essas prioridades, passa a ser essencial a modernização de infraestruturas e de sistemas internos e externos para melhorar o acesso, a experiência, a comunicação e a disponibilização de produtos e serviços. Certamente, será uma tarefa complexa, pois estamos tratando de um arcabouço que exige a integração de inúmeros sistemas às infraestruturas físicas ou virtualizadas, em ambientes próprios, de terceiros ou compartilhados, além do uso de múltiplas plataformas.

Para realizarem essa transição e endereçarem essas demandas, as organizações podem contar com provedores de serviços, integradores e consultorias. E, neste ponto, a iniciativa de apoiar e impactar as empresas na modernização deve ultrapassar a visão de negócios. 

Ou seja, por meio das suas capacidades tecnológicas, essas parceiras devem conhecer as necessidades de cada setor, estar conectadas às tendências e ter como foco a transformação das empresas e das pessoas, buscando, assim, uma sociedade mais desenvolvida e engajada. O conjunto de habilidades se faz mais do que o necessário, pois a estrutura tecnológica passou a ser apenas o meio para atingir os objetivos. Mais do que uma estratégia de negócio, estamos falando da mudança na qualidade de vida das pessoas. 

Também é necessário levar em consideração a realidade e a cultura de cada organização, o que abrange a situação financeira, a localização geográfica e as questões estruturais, entre outros aspectos. Um ponto – de convergência - é fato: independente das individualidades, vemos uma consolidação na utilização de inúmeras aplicações, sistemas e ambientes consumidas por meio de infraestruturas externas, dando condições para que os Data Centers e a nuvem passassem a exercem um papel fundamental nessa jornada.

Os avanços do mercado em direção à modernização digital são evidentes em todos os segmentos, das pequenas empresas até as grandes corporações. Vivemos o reflexo dessa evolução no dia a dia, consumindo bens e serviços produzidos e disponibilizados por meios impactados pelas mudanças tecnológicas evidenciadas com a pandemia. Avançamos e a tendência é continuar evoluindo neste caminho, de herança digital, para atender às necessidades do cidadão atual, seja no papel de consumidor final, colaborador ou qualquer outro. É hora de reinventar a sociedade!

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